Correção do teste de 5 de março

Posted: 14 de Março de 2013 in Avaliação

1.1. 4 Comércio

1.2. 4 Agricultura

1.3. 5 Técnicas e instrumentos muito rudimentares

1.4. 6 Cereais, vinha e oliveira e progressiva introdução do milho

1.5. 5 B

1.6. 8 Multiplicação de manufaturas, sobretudo as têxteis, às quais concedeu subsídios, isenções fiscais, monopólios de fabrico de certos artigos e facilidades na importação de matérias-primas. Desenvolvimento das companhias de comércio.

1.7. 4 Conde da Ericeira

1.8. 8 Criação de manufaturas nos sectores dos lanifícios, sedas, chapéus, vidro e ferro.

Importação de equipamentos e técnicos estrangeiros com vista a melhorar o processo de produção e a qualidade dos artigos. Concessão de subsídios, benefícios fiscais e monopólios de fabrico às manufaturas. Aprovação de leis pragmáticas que proibiam o uso de artigos de luxo, como panos, louças e vidros de origem estrangeira.

1.9. 6 Porque a livre entrada dos lanifícios ingleses em Portugal impediu o desenvolvimento da indústria têxtil em Portugal.

1.10. 6 A descoberta de ouro e diamantes no Brasil, em finais do século XVII, facilitou o pagamento dos produtos importados. As importações cresceram muito, sobretudo de Inglaterra, mas também de França e Itália,regiões mercantilistas interessadas no ouro português.

1.11. 8 A imagem mostra o clero e a nobreza em cima do povo e pretende demonstrar que tanto o clero como a nobreza eram classes privilegiadas, estando isentas de imposto ou pagando pouco impostos, tinha acesso exclusivo aos mais altos cargos e tinha formas de tratamento especial e leis próprias. O Povo praticamente não tinha direitos, a não ser trabalhar, e estava sobrecarregado de obrigações e de impostos para sustentar as classes privilegiadas.

1.12. 6 O regime absolutista, caracterizava-se pela centralização do poder nas mãos do rei. Luís XIV afirmava ter recebido o seu poder de Deus (poder divino), competindo-lhe, como seu representante na terra, governar os homens. A estes cumpria obedecer sem contestar.

Considerava-se o centro da vida nacional, comparando-se ao Sol — daí o epíteto de Rei Sol — fonte de energia, calor e luz.

2.1. 6 Linhas curvas na fachada da igreja, com formas onduladas, introduzindo-se, assim, contraste e movimento na sua estrutura. Irregularidade das formas.

2.2. 6 Decoração exuberante, sobretudo no interior, com pinturas nos tetos e paredes, baixos-relevos, azulejos, mármores e talha dourada.

2.3. 6 Efeito claro/escuro, sendo certas zonas do quadro especialmente iluminadas, em contraste com áreas sombrias, onde se usam cores mais escuras. Linhas curvas e diagonais, que sugerem movimento. Dramatismo e a teatralidade, com figuras retratadas de forma exagerada, manifestando emoções fortes, como a tristeza ou a dor.

2.4. 6 Caravaggio, Rembrandt, Rubens e Velásquez

2.5. 6 Nasoni, autor da Igreja e Torre dos Clérigos no Porto, e Frederico Ludovice, autor do Palácio-Convento de Mafra.

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